Uncategorized

Activismo, porque não funcionas?

Em tempo de novas medidas de austeridade – anunciadas hoje pelo primeiro-ministro Passos Coelho – e de consequente avalanche de demonstrações, mais ou menos públicas, de descontentamento há quem fale de manifestações.

Surtirá algum efeito efetivo? Pelo que se tem visto e sentido de experiências passadas e ainda recentes a resposta será, não.

E porquê?

São os manifestantes demasiado pacíficos? Terão as manifestações um número efectivo de participantes muito reduzido?

A violência não é de todo desejável e também não é um meio eficaz de obter mudanças, pelo menos, em democracia.

No meu ponto de vista, quando os partidos políticos se associam a algumas manifestações é complicado retirar esta acção de mais uma das cenas da saga das disputas políticas e ataques entre partidos – por mais que nenhuma manifestação seja, de facto, apolítica.

Por outro lado a classe dos jovens não tem credibilidade para o governo e para a classe política em geral – excepto na angariação de votos. Isto acontece porque  é uma classe que  mostra pouco interesse na vida política. Preferindo muitas vezes não ter filiação nem mesmo um partido do qual se assuma simpatizante. Para o governo, descobre a vida política na altura de reclamar pelos seus direitos.

E depois a cobertura das manifestações que é  feita pelos media generalistas é completamente deturpada ou previamente concebida. As pessoas entrevistadas são escolhidas “a dedo”. Jovens com bebidas alcoólicas, pessoas que foram só para “fazer monte”  e outros que tais. E depois vão  para aproveitar os furos de contrassensos ou conflitos mais ou menos manipulados (seja pelos media, polícia ou políticos).

Standard
Uncategorized

Apesar de não ser difícil pensar em coisas para fazer e sítios para conhecer durante o tempo de férias, o calor por vezes toma-nos a originalidade e faltam ideias para bons programas.

Para quem até gosta de apanhar sol e ir à praia mas não gosta de grandes confusões e também prefere a natureza às praias no “meio” da cidade sugiro um passeio pela Serra da Arrábida.  No sul de Lisboa, na margem norte do estuário do Rio Sado, na Península de Setúbal encontrará o último reduto de vegetação autóctone mediterrâneo. A riqueza ambiental da zona estende-se até ao mar de onde se destaca a praia do Portinho da Arrábida. Entre a parte mais alta da serra e o mar, é uma praia muito abrigada, de areal branco e quente.

Para quem fica mesmo por Lisboa, sugiro o Castelo de São Jorge ou o jardim do Torel. Sendo que o primeiro é gratuito apenas para moradores de Lisboa. O segundo é completamente gratuito e ainda tem um café com uma esplanada com vista sobre Lisboa.

Porque “visitar”, “estar” e “conhecer” são os verbos do Verão.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Visitar, estar e conhecer

Nota
Uncategorized

Doçuras

Tenho uma novidade para todos aqueles que adoram coisas doces – como eu.

Já não bastavam os cupcakes, agora chegaram os doopies a Lisboa. Na loja doopies & coffee podemos encontrar os donuts que os olhos tanto cobiçavam em séries americanas como os Simpsons.

É de babar.

Imagem

Standard
Uncategorized

Diz que é uma “Campanha Alegre”

Imagem

Para todos os que ainda não tiveram o prazer de ler, aconselho vivamente.

Um trabalho visionário, “As Farpas” de Eça de Queiroz. 3 séculos depois de serem escritas continuam a adequar-se quase “perfeitamente” à sociedade portuguesa do século XXI. Substituindo as palavras, agora pouco usadas, “Nobreza”, “Clero e “Burguesia” e vemos que, de facto é a prova de que não mudou assim tanta coisa.

Somos mais evoluídos, é um facto. Temos tecnologias de “ponta”. Mas…

Uma boa parte dos problemas sociais mantêm-se.

Desejo de boa leitura.  

Standard